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    » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Dom Fev 21, 2010 4:55 am

    América entre o sol e o mar, localizado no literal sul americano.

    Nos episódios anteriores...

    Uma luta intensa se inicia entre Aioros, Aioria e Shura x Minos, Aiacos, Violate e Wimber...

    A batalha fica cada vez mais tensa, seriam os santos de Athena capazes de acabar com os cães de Ares?


    _Volte para onde nunca deveria ter saído...


    http://z3.invisionfree.com/Athenaexforum/index.php?showtopic=968&st=135


    Última edição por [AE] Gemini|Kanon em Dom Fev 21, 2010 7:17 pm, editado 1 vez(es)

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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Dom Fev 21, 2010 6:36 pm



    - Inocentes assassinados de modo negligente, ao bel prazer da maldade... A destruição que ronda este mundo é Imperdoável!




    - Eu não permitirei que destrua mais um sonho se quer, Aiacos de Garuda! Você não é mais do que uma alma errônea nesta época, é um fantoche facilmente manipulável. Não deixarei que finde sua existência ao menos com um pouco de dignidade. Este é o seu fim.


    A luzidia massa cósmica ocre que circundava a silhueta de Aioria tomava-se uniforme, ataviando em seu semblante um esmo implacável. O zéfiro que cortava o reduto do certame se hostilizava de modo ígneo, concomitante à elevação enérgica. Os pequenos fragmentos de arenito, tão gastos, elevavam-se devido à pressão cósmica em revoluções ascendentes e assim se desfaziam em níveis subatômicos. Até então inerte, o Santo Dourado postava-se transtornado diante tamanha transpiração através dos poros de sua derme, que se vinculavam com as pequenas lacrimações sanguineas que surgiam após impactar diversos golpes inimigos. Estava, enfim, exausto. A batalha contra Ceix de Thunder fora desgastante, afinal, tratava-se de um exímio petiz de Apollo. Ainda assim estava diante o Kyoto do Submundo, imponente como o Leão Dourado. O espectro haveria de perguntar-se: qual seria o limite da força de vontade de Aioria? Por ínfimos milésimos, sua face recostava-se alguns centímetros abaixo, sendo tomada pela penumbra do elmo de sua indumentária, apesar da constante majoridade de dilatação do Cosmos. Seria o fim? Todos seus movimentos se investiam de uma cronologia quase perfeita. Aiacos resguardava uma concentração enérgica considerável, e a emanava de uma só vez contra não só Aioria, como também, seu companheiro Shura. Notava, também, a aparição de Wimber de Morcego que estava estuporado diante o ataque de outrora. Da inerte movimentação leonina, imergia uma avidez até então jamais vista. Sua cosmoenergia tocava o ápice, era o cume do sétimo sentido. Acompanhava visualmente a imersão do Surrendra Jit, que por algum motivo obscuro, se mostrava um fracasso. A vicissitude de seus movimentos rompia quaisquer leis físicas que pudessem hipotéticamente narrar este fato, era certamente, uma obra do célebre Leão. O ímpeto que tomava seu complexo hormonal que findava a tetro inanimação era o fim da extenuação física que o abatia tão severamente. Cadenciou uma seqüência de percorrimento entre os metros faltantes entre ambos em frações de milésimos. Era, sem dúvida, o manejo exímio da velocidade da Luz. Essa velocidade parecia superar em alguns movimentos, preciosos, aos do Kyoto. Mostrava-se, então, a diferença de força entre ambos os guerreiros. Concomitante ao desfecho de liberação do Surrendra Jit, cerrou seu punho direito de maneira ígnea. Faíscas anís imediatamente circundavam-o até seu antebraço, de um modo muito mais vigoroso do de outrora.




    - Lamente sua fraqueza nos confins no Tártaro, Aiacos de Garuda. Você é dispensável à este mundo, e eu o derrotarei usando a força de todas as almas que você assassinou!


    Feixes ocres luzidios imergiam imediatamente do punho direito de Aioria e tomavam completamente o reduto de ambos os espectros. Não se tratava como antes, com uma aparição delongada para enfim tornar-se uma cadeia instransponível. O desfecho enérgico ciciante que transcendia de seu Cosmos era exacerbadamente impassível, rebuscado de uma pulular celeridade que denotava todo arrostar entre os dois. Aiacos era, em questão de milésimos, atrelado à uma cadeia de feixes tênues, no entanto de quantidades infindas que buscavam cada fresta de sua silhueta. O Kyoto percebia que estava sendo ungido à um golpe de velocidade superior à sua própria capacidade, e que devido à momentos ter emanado um golpe falho, estava sem condições de se desvencilhar, tornando sua esquiva impossível. Os feixes dividiam-se em ordens de três retas paralelas para com também três que as tomavam na transversal, e se ungiam em um eixo central que se tornava o próprio espectro. Ele recebia uma concentração de 100 milhões de socos por segundo, e devido à prolixa emanação, cada ponto desprotegido pela sapúris era dizimado em um nível onde até mesmos os ossos deste se tornavam apenas tutano. As frestas mesmo que abaleadas eram talhadas com uma perfeição unívoca e novamente repetiam o processo de destruição do corpo. Aproveitava não só o desgaste da sapúris devido às batalhas anteriores do Kyoto, como também, de seu cansaço. Massacraria-o de uma única vez não só se seu golpe o atingisse plenamente, como também, qualquer encontro com apenas um feixe seria fatal para este. Era o ímpeto ávido do Leão. Wimber sofreria conseqüências infinitamente mais severas devido ao menor escalão.



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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Dom Fev 21, 2010 10:09 pm







    O Kyoto ficava perplexo perante toda aquela situação, seu golpe havia falhado, uma técnica que outrora poderia ter grande impacto, demonstrava-se ineficaz nos dias atuais, porem tudo fazia parte de um teatro, um teatro que buscava tentar enganar ao deus da guerra, sabendo de sua curta estadia na terra neste período, Aiacos faz o necessário para manter os planos dos outros espectros pleno, sabia que não poderia competir com a força do cavaleiro de leão, que mesmo com feridas de batalhas anteriores demonstrava ainda estar com plena força, sabia que sua determinação era a única coisa que poderia garantir sua vitoria, porem, o poder do cavaleiro de ouro estava alem de suas espectativas, observa aquela situação,sentindo-se por um instante impotente sentia em seu corpo as feridas da batalhas contra Ikki de Fenix, as feridas dos golpes de Aiolia e de Shura, porém lembrava que ainda tinha armas em suas mãos, armas poderosas, técnicas secretas que poderia utilizar, sabia que não poderia morrer, mesmo perante o cavaleiro de ouro que ignorava o efeito sonífero da técnica do soldado de mais baixo escalão, mais também sabia que seu oponente estava ao limite, observa aquelas linhas que cortavam tudo mais uma vez, e conseguia entender finalmente aquela técnica, parecia não ser tão tarde para o Kyoto, que cruza seus braços de fronte a sua cabeça elevando seu cosmo e concentrando de maneira a qual tentasse reduzir o dano, porém parte de sua sapuris era feita em pedaços enquanto o golpe de Aiolia causava enormes danos ao seu corpo, o juiz parecia estar no seu limite, este seria o ultimo golpe, o cosmo de Aiacos se eleva ao limite, ele sabia que desferir tamanha energia seria loucura, pois isto custaria sua vida, mais preferia fazer-lo a deixar um cavaleiro de ouro vivo, pronuncia algumas palavras ao leão dourado





    Cavaleiro de Ouro, você acha mesmo que matando eu e minos você ganhará esta guerra? Acha mesmo que conseguirá manter durante muito tempo esta imagem de cavaleiro invencível? Lhe mandarei para o inferno agora mesmo! O Seu fim chegou Aiolia de Leão!











    O Cosmo do Juiz elevava-se ao Limite! Sabia que isto custaria sua vida, era o linear entre a vida e a morte, o ultimo cosmo, o ápice do sétimo sentido, algo que por arrogância os cavaleiros de ouro se considervam os únicos a possuir, então perante todo aquele poder Aiacos mostraria que poderia responder a altura, uma galáxia surge tomando o ambiente, uma cúpula parecia envolver ao oponente, parecia levar-lo a uma dimensão diferente, onde não existia gravidade e controle, enormes planetas estranhos circundavam ao adversário., um fio de energia surge na testa do leão dourado quase que instantaneamente, este golpe era rápido e surpreendente, um golpe que outrora afetara cavaleiros que possuíam capacidade similar, um golpe que é ilusório mais ocasiona danos reais, dava a impressão ao cérebro que os ossos eram esmagados, e desintegrados enquanto engolidos pela galáxia, esta técnica era a mais poderosa do Juiz da morte, levando suas mãos a frente luzes emanam da mesma, da galáxia surgem formas que se pareciam com frutos da mamona, que se abrem como olhos, então o golpe finalmente tomava o rumo final, os olhos emanavam poderosas luzes que entravam diretamente pelos olhos do oponente, um momento fatal, pois neste momento o córtex enviava ao corpo o dano, fazendo com que o dano da ilusão se tornasse real









    TOME ISTO LEÃO DOURADO! GALACTICA ILLUSIOON!!








    Após desferir técnica de tamanho poder o Kyoto se via esgotado, caia perante ao solo desmaiado, o corpo do mesmo parava de emanar aquela energia malévola poderosa, emanava apenas ao cosmo de um humano comum, a alma do Kyoto havia sumido do corpo daquele homem, que deixava de ser hospedeiro de uma das 108 estrelas de Hades, a armadura se desfaz e o mesmo tem o descanso após ter seu corpo usado exaustivamente ao limite este era o fim da linha para o kyoto que esperava e almejava ao menos ter conseguido vencer a um cavaleiro de Athena.



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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Shina de Cobra em Sex Fev 26, 2010 5:06 pm

    BOX:Narração
    Pensamentos
    -Falas
    ->Off

    _Ao cair das cortinas o espetáculo se encerra_

    Os fios que interligavam seus brinquedinhos a princípio pareciam estar agindo de acordo com os mandamentos de seu mestre senhor. Em seu semblante o sorriso maquiavélico parecia incrustado, como se fosse uma estátua antiga que transpassava um fato histórico, deveras era algo miraculoso atentar contra a vida de dois cavaleiros tidos como os mais poderosos do santuário ateniense, porém tinha ele a completa consciência de que esta tarefa não seria nada fácil, mesmo assim não poderia permitir que estes saíssem ilesos dos sacrilégios que acometiam aos seguidores de Hades.

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    “O fim destes vermes está próximo....logo o Senhor Hades retornará!”

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    Em meio a este imenso espetáculo Minos perdia-se na diversão em que cavará, entretanto algo parecia estar indo contra ao rumo das suas predileções, seus olhos que outrora irradiavam a insanidade de uma brincadeira tomavam um tom opaco, sinal este do que estaria por vir. Sem pestanejar dourado em uma atitude puramente instintiva agira contra as investidas de Griffon, erguia seu braço e atravéz dele desferia um de seus golpes mais poderosos, desta forma conseguia ele em uma atitude impensada por parte do juiz infernal se livrar das linhas que prendiam o seu corpo, porém mesmo assim o fazendo não poderia ele deixar esta atitude passar em branco, usaria o seu próprio companheiro como escudo, lançara o sagitariano na direção de seu golpe.

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    - aaahhhh!!!! Maldito....não sairá impune !!!!

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    Ao mesmo tempo em que proferia estas palavras já avistava o corpo de Aiolos indo em direção da poderosa excalibur desferida por Shura, mesmo tendo largado sua outra vitima não seria isso o suficiente para livrar-lo deste golpe, porém os seus efeitos seriam abrandados, não poderia ele fazer outra coisa se não contra-atacar de pronto, sabia também ele que este era um golpe excepcionalmente rápido porém não lhe restava outra alternativa se não esta. O golpe batia diretamente conta o seu lado esquerdo, fazendo com que ele fosse arremessado a certa distância dos dois a sua frente, porém conseguia parar ao chão usando os seus pés como uma espécie de breque. O sangue subia-lhe a garganta amargando suas papilas, ao alcançar seus lábios cuspia o que inundava sua boca.

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    - Não poderei permitir que isso termine assim!!!!

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    + Gigantic Feathers Flap / Vôo das Plumas Gigantes

    Com o bater das asas de Griffo, Minos invoca seu poder eólico preenchendo o ambiente ao seu redor com uma grande e imensa quantidade de ar, gerando assim violentas rajadas de vento que rasgam o ar criando um poderoso e intenso Tufão, onde se é lançado por todo o ambiente tornando a esquiva uma coisa totalmente impossível. Este Tufão possui uma força descomunal a ponto de envolver por completo o oponente não permitindo que o mesmo tente se esquivar tão pouco correr, atingindo o seu frágil corpo vulnerável, destruindo tudo ao seu redor, numa espécie de ataque explosivo de forte impacto capaz de lançá-lo e arrastá-lo a uma longa distância, seria como se ele estivesse sendo engolido pelo Céu.+

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    Logo após lançar o que parecia ser a sua ultima cartada, ao longe sentia uma imensa cosmo energia emergindo daqueles seres que para ele não passavam de inferiores, como a evolução natural das coisas, este ser metódico parecia crescer em questão de segundos, este juiz nem ao menos tivera tempo para pensar, nem mesmo se desviar deste ataque gigantesco proferido pelo o seu “ex-bonequinho”. Ao levantar a sua face apenas conseguirá ver por detrás de sua ultima investida milhares de filhetes, estes vindo em uma velocidade absurda em sua direção, tentava lançar as suas asas a sua fronte, porém não assim o conseguirá, recebendo frontalmente a investida do dourado. Seu corpo já imensamente ferido era com a força deste golpe lançado contra alguns rochedos que circundavam a localidade de onde os mesmo se encontravam, alguns segundos após as investidas destes guerreiros, a nevoa que bloquiava a todos se esvaia mostrando novamente o kyoto completamente ferido sob as pedras, logo o mesmo ganhava o chão, banhando o mesmo em sangue.


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    - ......

    _Fim_


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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Sex Fev 26, 2010 7:03 pm

    A chance de lutar juntos finalmente era dada para aqueles dois irmãos de armas, amigos do passado, separados por erros que já haviam sido esquecidos - ou talvez não -. Naquele momento os cavaleiros de ouro lutavam pela verdade, lutavam por Athena, nada seria capaz de pará-los, seus cosmos alcançavam dimensões gigantescas, sempre na intenção de superar seus próprios limites. Minos era o alvo principal naquele combate uma vez que Aiacos tombava sem vida, no entanto, o griffo parece ser ainda mais perspicaz que seu companheiro tentando utilizar Aioros como proteção para os feixes de Shura, oras aquilo não seria dificuldade para alguém como o cavaleiro de sagitário uma vez que no passado já fora submetido àquela técnica e naquela ocasião sequer portava a defesa de uma armadura, o que acontecia era que a armadura dourada livrava Aioros dos piores danos da variação mais veloz da espada sagrada de Shura a técnica era portanto cancelada, porém Aioros não deixava barato lançando sua mais poderosa técnica em contrapartida ao golpe quase desesperado de Minos, obviamente Aioros seria muito mais rápido que o Kyoto e o mesmo seria sobrepujado pela técnica. Minos, Aiacos e Wimber [?] finalmente tombavam.





    - Estes não são os únicos inimigos que devem ser derrotados – Falava Shura enquanto dava as costas para os dois cavaleiros de ouro. – sinto outros cosmos pela terra, a pouco o cosmo do grande mestre desapareceu, em contra partida o outro poderoso cosmo também sumiu, o que comprova que ele cumpriu sua missão e temos de cumprir a nossa, gostaria de poder ter tempo para conversarmos Aioros, infelizmente temos que continuar nossa última jornada nesta era...Athena conta com nosso sucesso. Espero que possamos ter o descanso eterno...E quem sabe um dia renascer nesta terra e sermos amigos novamente, creio que este é o último Adeus que posso lhe dar, melhor cuidar de Aioria, as feridas dos combates anteriores agora estão pesando sobre ele...Adeus...Amigo...


    Preferiu das as costas e partir, não havia mais tempos para despedidas, muito menos para conversa, já havia olhado no olho de seu amigo antes e aquele olhar era o bastante. Shura não queria mais olhar o passado, a ele só importava o presente, e, defender sua deusa. Partiu em alta velocidade para ajudar mais um dos que precisavam de ajuda, sua corrida era anormal, composta por uma velocidade sobre humana a qual se instalava nos movimentos de seu corpo, seu cosmo precisava ser emanado para que alcançasse a velocidade necessária, jamais olharia para trás novamente, seu objetivo já havia sido traçado e com certeza Aioros também faria o mesmo. Avante...Cavaleiros da Esperança!


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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Seg Mar 01, 2010 9:32 pm

    O ímpeto do Kyoto em derrotá-lo era incomensurável. Parecia destinado a suiidar-se para dar um fim ao Leão, mesmo que seu Deus já estivesse deposto e estivessem lutando por uma entidade terceira e que os manipulava descomedidamente. Não obstante, Aioria postava-se fulvoroso diante a ameaça à Athena. Seu ímpeto tocava o cume da força de vontade implacável dos Cavaleiros da Esperança, que mais uma vez, traçavam o destino daquele planeta através de seu próprio sangue. Sua cosmoenergia tocava o ápice do sétimo sentido e assim proferia a exímia técnica do Lightning Bolt que disparava cem milhões de socos por segundo e dizimava por completo as intenções do Juíz do Submundo, entretanto, este não estava disposto à entregar-se sem ao menos levar seu oponente em conjunto . O Santo Dourado que ainda recompunha-se da descarga cosmoenergérica era circundo por uma realidade alternada, e seu corpo permanecia inerte e incapaz de exalar quaisquer movimentos. Imediatamente poderia notar o decréscimo de poder desta técnica, que não possuía de forma alguma a potência de outrora. Mais se assemelhava à um golpe proferido por algum espectro obscuro de baixa hierarquia e incapaz de ferir a Indumentária Sagrada. Mesmo com uma concentração cósmica baixa, era incapaz de defender-se devido ao brutal cansaço que o abatia, e o brando enrijecer muscular era insuficiente para constituir uma defesa plausível. Apenas pôde cruzar os braços de maneira com que os cotovelos se tocassem e protegessem uma área essencial de seu corpo que era parte de sua face, pescoço e peitoral. Desta forma, era alvarado pela descarga do Galáctica Illusion, e mesmo assim, era visível que esta baixa carga destrutiva era absorvida pela Armadura de Ouro que permanecia levemente danificada. Afinal não se tratava mais de um Juíz, e sim, de um golpe proferido por um humano qualquer e incapaz de danificar um Cavaleiro de tamanho porte, esteja ele em qual estado for. A estabilização cósmica se normalizava e retomava assim o controle próprio de seu corpo, e mesmo assim, não se notava mais um Aiolia como o de pouco atrás. Seu ímpeto o mantinha com os olhos abertos mas mesmo assim não era capaz de infligir se quer um movimento físico de seu corpo. As batalhas tanto com Ceix, onde atingiu o limite de seus poderes e contra Violate, Wimber e Aiacos arquitetaram um trôpego caminhar vago, e em um átimo milésimo, fixava seu olhar de modo implacável.



    - Shura... Athena precisa de nós. Não perca tempo com despedidas delongas, e adiante-se para derrotar os inimigos da Paz. Queimarei meu Cosmos até o último momento para que possamos restaurar este mundo! E sei que você também o fará.

    – esguiou seu olhar para seu irmão, estático, enquanto o Cavaleiro de Capricórnio abandonava o reduto das batalhas. Um miúdo sorriso se engendrava no consternado semblante de Aioria, repleto de corrimentos sanguíneos e talhações dermais e ressoando um timbre gutural.

    – Irmão. Você...


    Sua tenaz vontade de atingir o ulterior daquele certame se findava, interrompendo de súbito mesmo sua pronunciação para com o irmão, e assim, caindo sobre os próprios joelhos. O tilintar metálico oriundo do encontro com o arenito desgasto daquela terra ressoava aos confins da superfície da América, era assim, o anúncio amolgado de um Cavaleiro considerado de pertinácea ímpar. Sua equanimidade, ainda assim, mantinha-se. O peso de seu corpo estabilizava-se sobre ambas as sustentações de seus joelhos, tendo seus membros superiores levemente decaídos posteriormente. Era o fim? A visão de Aioros, certamente, era tetérrima para com seu irmão. Notava a iniludível estaticidade do corpo do dourado, não só seu decréscimo cósmico, como também, a gradativa redução de batimentos cardícacos e os pulsos fraquejando. Sua derme, outrora rosácea devido ao esforço físico contínuo, tomava-se de um albino ubíquo, e seu semblante esboçava um atônito cerrar das sobrancelhas e dos cílios enrijecidos plenamente. Os devaneios que tomavam a mente do Leão, por alguns instantes, ataviava a gradual dissipação dos pensamentos, tornando-o de imediatado, anestesiado para quaisquer relações físicas. Estava, certamente, na beira entre a vida e a morte. Se entregaria deste modo, após tocar o seu poder máximo diversas vezes? A força de vontade e o ímpeto daquele Cavaleiro eram reconhecidas em esferas diversas. Tratava-se não somente de um ser Humano, mas sim, alguém capaz de tocar o infinito com o próprio Cosmos e gerar um Milagre para que pudesse defender sua moral e as ascultações que pretendia. O arrostar de sua silhueta embotava a tépida temperatura corporal em alguns decréscimos, em uma amalgamação tétrica de abolação.




    há alguns anos...


    - Graham... Você acha que um dia eu irei ser como meu Irmão? Ser tão forte quanto ele?


    - Por que duvida de si mesmo, Aioria? Seu coração é puro como o de seu irmão. Um Cavaleiro de Athena já se torna implacável com este brio em seu caráter. Seu Cosmos será capaz de atingir o limite do infinito e originar um verdadeiro Milagre. Você só terá que estar preparado para isso, Aioria.


    - Mas, Graham... Eu poderei algum dia criar um Milagre?


    - Não duvide. Você possui a Valentia dos seres humanos, Aioria. Com este requisito, você poderá atingir o infinto.... É uma força que não permitirá se dar por vencido jamais, e sempre seguir em frente! Eu confio em você, Aioria. E tenha a certeza de que Aioros também confia.



    - “Athena... Minhas Presas já não têm mais a força suficiente para se erguer. Eu lutei até o fim de minhas forças, e derrotei meus oponentes. Ainda assim... Você corre perigo. Eu... não permitirei isto! Sinto seu Cosmos, Athena. Continua em uma batalha constante por este mundo, e eu me entregando tão facilmente... não posso desistir dessa maneira. Não cairei! “




    A penumbra tetérrima deflagrada que circundava até mesmo o mais interior de seu subconsciente era arremetida em face à uma crescente pulsação que reanimava seu coração que batia em faixas cardíacas praticamente nulas e à beira do falecimento. Tratava-se da tenacidade do Santo Dourado, era a essência de seu Cosmos que reanimava seu corpo inerte por minutos. As contrações musculares involúveis de seus órgãos se restauravam gradativamente à forma em que sua mente era incisa na fixação prolixa de seu objetivo naquela encarnação. Não desistiria, de forma alguma. Apenas se daria vencido quando seu corpo fosse transformado em pó, e já provara isto em inúmeras situações aterradoras onde simplesmente ressurgira com um ímpeto acrescido da beira da morte. Foi assim há muitos anos, quando combateu na Titanomaquia ou quando enfrentou os espectros de Hades. Era, por fim, uma devoção fervorosa que Athena que corria em seu sangue. A Deusa, ainda que em situação quase irreversível, era a motivação para permanecer naquela batalha torturante e desgastante. Lutaria até o fim da extenuação de suas forças. O enrijecer súbito de seus músculos em alternados complexos poderia surpreender seu cossangüíneo. Aioros notaria em seu irmão o poder da superação, e até mais, o fato de estar novamente retornando devido a força de vontade caracterizava um verdadeiro Milagre. O arenito do solo novamente ressoava um tilintar metálico quase inaudível, no entanto, era um sinal de seu irmão. De uma pequena centelha cósmica que tomava seu corpo, irradiava-se uma ígnea massa cósmica que retomava sua varonil fisionomia mobilização de primeiro seus joelhos que se elevavam alguns centímetros do horizonte terrestre, sendo seguidos assim pelo pujar de seus punhos que cadenciavam a obstinação insuperável do dourado. Em sua extensão, cada enrijecer dos músculos ocasionava uma reabertura de ferimentos até então cessados, e assim o sangramento se tornava constante e transpassava os feixes entre-abertos de sua indumentária tornando-a uma miscelânea entre o dourado opaco pelos golpes impactados e o frescor carmim de seu sangue. Era alçado, principalmente e praticamente de maneira única, por seu ígneo Cosmos dourado que revitalizava-o de maneira ímpar. O zéfiro afável da América já liberta do castigo do Astro Rei adereçava um alento à sua dor física. Seu semblante resplandecia a prosápia de sua estirpe ascendente que simbolizava a irmandade mais poderosa entre todos os Dourados de todos os tempos.




    - Irmão... Eu não desistirei até que meu corpo se torne pó e meu Cosmos se apague para sempre! Enquanto este meu coração pulsar... Será um desalento para todos os inimigos de Athena e eu farei questão de combatê-los um a um. Há muito tempo, confiaram nestas minhas Presas e me deram a oportunidade de desenvolvê-las. Não admitirei que destruam isto... Estas lembranças, este mundo. Eu não permitirei, Irmão! Trarei à este mundo um sopro de Esperança, um vácuo que o levará à Esperança!!





    Última edição por [AE] Taurus|Hasgard em Qui Mar 04, 2010 4:42 pm, editado 1 vez(es)

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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Ter Mar 02, 2010 2:39 am

    Ao desenrolar dos eventos, respondia dissimulando desinteresse e encenava, habilmente, completo alheamento às ações dos envolvidos no iminente combate. Uma vida nova? E pensavam mesmo que alguém como ele se meteria numa batalha por Ares? Quem é Ares? O que Ares fez? Ares é apenas um verme que em tempos antigos se escondeu como um rato derrotado no inferno. Não importa a boa relação entre Ares e Hades. Aquele homem jamais lutaria pelos desejos de um Deus tão inescrupuloso. O colóquio do chefe militar articulava uma espécie de concílio informal, cuja pauta de maior relevância referia-se ao progresso das operações desempenhadas na Superfície Terrestre. Entretanto, para o efetivo encerramento da Guerra, era necessário triunfar sobre algumas poucas resistências remanescentes. Ainda havia esperança para Hades, ele sabia disso. Obviamente, preferiu apenas observar enquanto os juízes, aqueles chamados de os mais fortes eram derrotados tão facilmente. Embora a rivalidade conturbasse o relacionamento dele para com os espectros, vê-los morrer daquela forma não era nada agradável, afinal, Hades não aprovaria tamanha vergonha. No entanto, eles mereciam, só podiam estar loucos, que juízes são esses que lutam em grupo? São estes os orgulhosos kyotos do submundo? Aqueles que derrotam seus inimigos sem a ajuda de ninguém? Tsc.

    Suas ordens ao "inferior" eram claríssimas. Em simultaneidade, ambos aperceberam-se da encurtada proximidade dos inimigos. O imemorável convívio que o ofício de guerreiros de Hades os obrigara a manter elucidara para um espectro as minudências do caráter do outro. Kagaho não era do tipo que respeitava seus companheiros, não importava quem fosse, espectros de baixa patente ou um Kyoto, estava pouco ligando, seus objetivos – naquele contexto precisamente – eram de algum modo trazer Hades de volta à vida. Sendo um militar inveterado, a análise do situacionismo dos combates lhe era instintiva.





    “ Então é assim que os kyotos agem nos tempos atuais? Lutam como animais de pouca força, agrupando-se num “bando” para encurralar suas presas e mesmo assim são subjugados? Ainda aceitam a oferta de um Deus como Ares? Quanta lealdade e quanta ingenuidade achar que alguém como Ares cumpriria sua palavra. ”


    Eis que sua presença projetou-se sobre o local de maneira repentina, abrupta, devorando-o famintamente. Cada partícula isolada de matéria parecia insidiosamente impregnada e envolta por seu cosmos. Uma luminescência turva escapava-lhe dos dedos que ritmicamente se espalha por todo o local. Em destaque: dois cadáveres, dois vermes frente aquele imponente homem, era até vergonhoso direcionar qualquer olhar para os corpos sem vida.
    Sua energia insinuava-se por todas as frestas. A irradiação de seu cosmos era tão palpável que parecia sugerir percorrer concretamente o espaço, cabriolando entre as colunas como um saltimbanco e habilidosamente metendo-se por entre os braços e pernas do cavaleiro que tombava praticamente subjugado pelo poder de Aiacos, frouxamente enlaçando-lhes os corpos em um perigoso abraço fantasmagórico.




    - São palavras bonitas, mas que de nada servem na realidade, vocês são apenas vermes iguais a estes que estão caídos sem vida, não estou aqui para vingá-los estou aqui para dar a punição que Hades certamente desejaria...






    Não obstante, um último complicador somava-se à situação: certas chamas negras cabriolavam ensandecidos pelo ar e ultrapassavam os demais, realizando confusas manobras e trajetos. As chamas de percurso errático passavam pelo dourado, porém conservavam-nos intactos. Entretanto, alguns metros à frente, volviam seus caminhos e, por intermédio de uma abrupta curva, tencionavam alvejar-lhe internamente, a chama causava várias queimaduras por todo o corpo do cavaleiro de ouro, a chegada banhada ao efeito surpresa e a velocidade pela qual realizava sua técnica lhe davam a certeza de acerto uma vez que o leonino apesar de proferir bravas e honrosas palavras não conseguia recuperar seus movimentos com tanta velocidade. A Cruz Ankh era formada e o leão dourado estava enjaulado enquanto seu corpo sofria perante gravíssimas queimaduras. O desconhecimento do cavaleiro de Athena a respeito das técnicas daquele homem os induziria a uma constatação errônea. As estacas de chamas deixavam suas possibilidades de escape completamente nulas, tendo em vista os graves ferimentos de lutas anteriores, a morte dele seria mais rápida do que o costume. Por outro lado o cavaleiro de sagitário era aquele que há poucos instantes havia atingido um patamar cósmico impressionante. Seria até interessante medir forças com alguém como ele e claro, derrotá-lo. Já não precisava mais direcionar suas atenções para o cavaleiro encurralado, não havia nada que ele pudesse fazer a não ser esperar a morte lentamente.




    - Os cavaleiros desta era me parecem ainda mais fracos que a 243 anos atrás...

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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por [AE] Phoenix|Ikki em Ter Mar 02, 2010 11:20 am




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    † Após aquela guerra santa não restara pedra sobre pedra. Hades havia sido derrotado e sua fortaleza ruiu, estava declarado o fim de uma guerra que já perdurava eras e eras. Não havia mais sinais de futuro aquilo era sepultado juntamente com a alma do Deus dos Mortos. Entretanto, uma nova guerra se começava e, junto com ela, as ambições de um Deus capaz das promessas mais absurdas a fim de compor um exército forte e de fato contingente – até mesmo ressurreição do imperador do inferno – valia para reter um batalhão absoluto. Jogos de interesse aquele era o verdadeiro nome dado à troca de favores, e os espectros seguiriam a risca sua falsa lealdade, tudo por seu imperador. †

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    - Haaaahahahaha! Com essa nova vida poderemos trazer de volta Lord Hades. Ma... Mas o que é aquilo?

    †Percebia duas sapuris tombadas no campo de batalha, não sentia algumas presenças cósmicas há algum tempo, no entanto, a distância que se encontrava não era capaz de distinguir de quem se tratava, porém presença ocultada contribuía para que se aproximasse um pouco mais. †

    - Tsc, Aiacos e Minos derrotados como dois verdadeiros vermes, então esta é a força dos juízes dos mortos? Só pode ser brincadeira, eu Niobe de Deep da estrela maléfica terrestre das trevas conseguiria acabar com estes cavaleiros inúteis com facilidade. E ainda ousavam se dizer orgulhosos, capazes de derrotar seus inimigos sozinhos. No fim não passam de lixos, animais frágeis que precisam estar em bando para lutar, não são como os leões. Haaaahahahaha!


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    † Aquilo que eram gargalhadas agora cessava em quietude, o espectro mudava radicalmente sua expressão facial, era hora de dar início a sua parte no acordo com Ares, destruir os cavaleiros de Athena e reaver seu Imperador Hades. Aproximava-se devagar e deixava que a natureza se encarregasse de fazer o trabalho de cobertura da área, não podia deixar pista ou ser descoberto, não enquanto estivesse perto de seu alvo. Ao seu redor uma densa cortina se formava e, com o auxilio dos ventos, se dissipava alcançando o horizonte e aumentava ainda mais de acordo com o agora revelado emanar cósmico. Aquele composto púrpuro logo alcançava o cavaleiro de Athena suposto Sagitário, enquanto que o outro se encontrava encurralado pela técnica de um outro espectro que, até então,achava estar sozinho naquele lugar. Um forte odor exalava daquele nevoeiro fúnebre e subitamente invadia-o por completo através dos poros, era impossível lutar contra aquela toxina e em poucos instantes se instalaria na corrente sanguínea fatalmente atingiria o sistema nervoso central ocasionando uma paralisia completa e, em seguida, a falência múltipla de órgãos.†

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    Haaaahahahaha... Não tente lutar, verme inútil, essa fragrância levará você para o Hiraska e quando se der conta estará morto!!! Haaaaahahahaha. MORTO HAAAAAHAHAHAHA!!!


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    - MORRAAAAA!



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    Última edição por [AE] Phoenix|Ikki em Ter Mar 02, 2010 11:48 pm, editado 1 vez(es)

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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Ter Mar 02, 2010 11:27 pm


    Tudo estava acabado até então. Aioros agora de pé no solo, olhava Shura se aproximar. O seu velho amigo falava algumas palavras, e citava o desaparecimento do cosmos do antigo grande mestre. A morte de Shion, vinha como um baque, mesmo já sendo uma surpresa, esta no campo de batalha. Na verdade muita coisa ainda estava confusa para o dourado, que não sabia perfeitamente o que estava acontecendo, mais tinha certeza que devia salvar Athena.




    _ Foi um prazer revê-lo, meu amigo... Boa sorte! Lutaremos sempre por Athena.





    Aiolos não falou muito, apesar de emocionado, estava a essa altura mais preocupado com seu irmão menor. O anjo dourado caminhava para próximo do leonino, que falava. Aiolos sentia orgulho de seu irmão, suas palavras mostravam que o pequeno leão amadureceu de uma forma impressionante, e se tornou um excelente cavaleiro protetor de Athena. O cavaleiro de ouro, manteve distancia, porém era surpreendido por um cosmos que chegava tão rápido, que não deva tempo de fazer nada.




    _ AIORIA!!!!!!





    O cosmos terrível chegava e atacava Aioria imediatamente. Aioros não teve tempo de ajudar o seu irmão, ou perceber o que estava acontecendo. Via o irmão preso, como se tivesse sendo crucificado. Atacá-lo era algo covarde, digno de um espectro de Hades. Aioros imediatamente queimava seu cosmos, a cada palavra daquele homem a sua frente, liberava ainda mais sua fúria, sua vontade de acabar com aquele ser indigno. O anjo dourado começava a agir com o coração e não com a cabeça, ver seu querido irmão ser atacado daquela maneira, um ato tão covarde, fazia seu cosmos brilhar novamente, tão forte, que o inimigo podia se assustar.







    _ Covarde!!! Não posso perdoá-lo por ter feito isso... Atacar desta maneira! Você não tem honra... Digno de um espectro de Hades.





    O cavaleiro de sagitário concentrava seu cosmo, seu punho direito brilhava. Partia para cima de Kagaho sem pensar duas vezes. Agia por impulso, de imediato, não agüentava ver o seu irmão sofrer sem fazer nada, ainda mais, sendo atacado daquela forma, de surpresa, como se fosse pelas costas. Aiolos sempre foi um guerreiro justo, não podia perdoar um ato como aquele. O cavaleiro de ouro se aproximou de Kagaho rapidamente, mostrava a velocidade dos cavaleiros de ouro, a velocidade da luz.





    _ Atomic Thunder... Ahn!? O que é isso ? Ahhhh!!!!





    Aioros estava bem próximo a Kagaho, seu punho chegava a tocar no peito do adversário, que podia sentir as correntes elétricas tocar o seu corpo,porém, não causavam nada. A movimentação era tão rápida que o espectro provavelmente se impressionaria. Mas o cavaleiro de sagitário falhava mediocremente no ataque. Claramente sofria um ataque,também pelas costas, este ataque fez com que ele fosse paralisado, sentia um cheiro, e não tinha mais controle de seu corpo. Parecia que estava perdendo os sentidos, não conseguia lutar... Toda aquela fúria demonstrada a milésimos de segundos atrás, ia por água a baixo. Kagaho poderia se espantar, o cavaleiro de ouro a sua frente apenas brilhava o seu cosmos, porém não conseguia atacar. O que estava acontecendo? Certamente Kagaho a essa altura já sabia, pois com certeza, podia sentir aquele cheiro também, um aroma venenoso, capaz de paralisar um cavaleiro de ouro, e fazer com ele pare o seu golpe, não por querer, mas por não ter mais controle sobre o seu corpo. A técnica de Niobe fez um estrago inimaginável, seu aroma provavelmente atingirá, devido à proximidade, Kagaho e Aioria, que também poderiam ficar envenenados por aquela técnica terrível. O sagitariano tentava se mover, mas não conseguia, o que fazia era queimar o seu cosmos cada vez mais, como se quisesse realizar um milagre, levar o seu cosmos ao infinito.

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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Qui Mar 04, 2010 4:41 pm





    O ímpeto daquele Santo Dourado era estrondoso. Mesmo alvejado em diversas circunstâncias era capaz de levantar-se a cada situação e combater prontamente seu inimigo. Qual era o limite de Aioria? Certamente, neste momento, ele o atingiu. Tocava o pináculo de sua extenuação, mesmo ao levantar-se sobre as próprias pernas. A determinação que circundava aquele rapaz estava em um prisma superior, era como se nada fosse capaz de talhar sua força de vontade. Era o fidedigno Cavaleiro de Athena. Seu fervor para com a Deusa transpassava o tépido querer terreno, era um fato sublime. Por infindas situações em sua prolixa estirpe dourada combateu férreamente adversários de todas as espécies e de diversificados axiomas para com suas entidades divinas. Argüia em cada certame de sua tenacidade e a fulvorosa cosmoenergia que irradiava incompreensívelmente nas situações mais danosas. Independentemente de sua situação física, postava a queima de sua Cosmoenergia como uma afronta que embotava quaisquer auscultações do oponente. Sua vitalidade contida nas chamas ocres e uniformes de sua massa cósmica lhe davam o vigor necessário para, ao menos, engendrar tocar o ulterior. Concomitante ao enrijecer de seu quadríceps, que o postava ereto, era novamente afligido pela Guerra Santa. As ígneas labaredas, de uma essência tétrica como a penumbra do próprio Meikai, crucificavam-o sem qualquer resistência, e novamente, levando-o à inconsciência imediata. De devaneios páramos parecia progredir à um estágio mais avançado, e fatal. Seu subconsciente já avariado e de raciocínio limitado devido ao desgaste físico e à dor física que reivindicava cada nervo sensitivo de sua derme se enrustia em um tetérrimo indissipável. A cosmoenergia que tomava sua silhueta de maneira plena e maciça, se esvaía quase que por completo, tornando-o inerte na posição estabelecida pela técnica espectral. Era atado não só pelos pulsos, como também, em cada junta de seu corpo que pudesse se mobilizar para centralizar um ponto de resistência física. Sentia não só a imobilidade angustiante que o tomava, como também, o negrume de piras que iam consumindo sua camada mais superficial da derme logo após dizimarem a já baixa proteção oferecida pela indumentária sagrada de Athena. A dor física lhe angustiava, mesmo que aparentemente inconsciente. Seus olhos se abriam vagarosamente, como se reestabelecessem novamente uma ligação com o mundo real. Sua noção estava deturpada, e seus sentidos, completamente dopados. Não realmente mais a dor, o cansaço ou a amolgadura das batalhas. Seus complexos musculares de sustentação como o joelho e até membros secundários se exauriam da potência enérgica suficiente para sustê-lo, ficando assim, curvado pelo crucifixo e preso ásperamente pelas atas deste. Seus cílios não se davam o trabalho de moverem-se, estava divagando em outro devaneio de sua mente.




    - “ Já não sinto meu corpo. É o fim de minhas forças? Sim... Eu já tive essa sensação antes. Foi há anos atrás, mas a relembro com a mesma vivacidade. Não há, de modo algum, uma maneira de esquecê-la. Ela trás... recordações antigas. Naquele momento eu me levantei e pude assim derrotar meu adversário. Mas... Desta vez não o irei. Meu corpo já se extenuou de forma que não posso nem ao menos mover um músculo. “


    O Leão estava, enfim, com suas Presas atadas. Era uma irônia do destino. O Cavaleiro que mais se orgulhava de subjugar os oponentes com a tenacidade de sua Presa sempre como o verdadeiro Leão Dourado, estava fixado pelas próprias armas. Tentou, ao menos uma vez, desvencilhar-se das atas flamejantes. Sem sucesso. Seu músculo do bíceps, mesmo em conjunto ao pulso outrora de poder aterrador, nem se quer movia-se. Causava sim com esta movimentação a queima de seu próprio corpo com velocidade cada vez mais célere. De qualquer forma pouco importava. O estado de consciência daquele homem era nulo, e apenas notava no horizonte, um alvejão de duas silhuetas obscuras. Entorpecido pelo próprio sistema nervoso central, o fluxo sanguíneo bombeado através de seu coração estava enfraquecido, com uma pressão arterial quase tocando seu fim. Apesar de tamanha a temperatura que era impelida, sua própria pele mantinha-se em uma tenebrosa frigidez devido à insuficiência de pressão arterial. A vividez de seu semblante, madeixas capilares e até mesmo seus glóbulos oculares se findavam gradativamente, tornando-se opacos e sem indícios de joviez. A história de inúmeros combates perseguia-o incessantemente, e poderia revê-los, pela última vez.



    - Sim. Eu relembro. A batalha contra os Titãs e Chronos. Jamais me esquecerei das palavras de Ceos naquele momento, e seu sacrifício para que seus próprios companheiros pudessem enxergar a realidade da traição. Seu poder corre em meu sangue, e posso ouvi-lo em minha mente como um amigo.






    - Lutamos bravamente contra Hades e seus Espectros. Mesmo Saga, Shura e Kamus honraram o nome de Athena ao mirabolar a destruição de Hades. Nós... Não nos entregamos em um momento tão árduo. Nosso Cosmos irradiou como uma chama eterna, e mesmo sujeitando nosso caráter à Athena Exclamation, pudemos vencer esta guerra.






    - Irmão... No Muro das Lamentações pudemos nos reencontrar pela primeira vez. Não posso esquecê-lo. O sacrifício para derrotar Hades e salvar Athena...




    - “Não há maior prazer, meu irmão. Combater a seu lado, e assim, morrer em serviço de Athena. Certamente nos encontraremos em breve, e neste momento, seremos eternos. Eu o aguardo, Aioros.”


    Suas possibilidades de ataque ou mesmo de defesa eram inexistentes. Seu cosmos, tênue, mantinha a única vitalidade que mantinha seu coração latente. Sua sobrevivência que dependia inteiramente deste fato era acometida, mais uma vez, sobre a fragrância advinda de um espectro longínquo e que aparentemente calculara péssimamente seu golpe. O aroma que se disseminava à corrente eólica afetava uma área extensa daquele reduto, atingindo não só Aioros, como também, Aioria e o próprio espectro de Benu. O trio era submetido à uma nociva cosmoenergia que os invadia pelos poros da pele e através da aspiração, causando imediata tontura e fraqueza muscular iniciais. Sentia após certo tempo que seu sistema nervoso central era submetido à invenenação de modo mortal sendo brutalmente acometido com dores físicas extenuantes e a gradativa falência de órgãos essenciais para a sobrevivência. Sabia que aquilo afetaria mortalmente cada um dos três. De fato, algo já consumado. A mente de Aioria tomava-se uma penumbra por completo. Seus batimentos cardíacos iam à estaca zero e sua cosmoenergia após a consumação de sua falência física, era emplacado pela armadura de Ouro que se desvencilhava do corpo de Aioria brutalmente, irradiando por um centésimo, uma centelha cósmica que se disseminava ao horizonte. Não era um cosmos hostil, e sim, um afável luzidio ocre que percorria uma extensão territorial grotesca, chegando à um antigo companheiro. Já a liberação de sua indumentária desatava-o do Crucifixo, caindo novamente sobre os próprios joelhos. Não mais vívidos, seu corpo caia lateralmente sobre o arenito daquele solo. Os poros de seu corpo exalavam gotículas de sangue, que em seu corpo, já era escasso. Recogizou alguns mililitros carmim através de sua garganta, espalhando-os uniformemente. Era o fim de sua existência física.
    Sua única centelha cosmoenérgica, que carregava sua própria alma, tocava Seiya de Pégasus em um continente longínquo.



    - “Seiya... Não desista de Athena. Lute por ela, queime seu Cosmos até o limite de sua vida... Proteja-a, Seiya. Este é um cargo que deixarei novamente a você... “




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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por Convidad em Sab Mar 06, 2010 5:13 pm



    O que você faria se tivesse a oportunidade de obter uma nova vida? Se depois de morto você tivesse a certeza que um dia voltaria a vida? Provavelmente você perderia o medo da morte certo? Começaria a tratar a morte apenas como um descanso, pois um dia você voltaria a viver, voltaria a sentir tudo o que sentia em vida, com seus mesmos pensamentos, o mesmo raciocínio, a mesma inteligência, e, principalmente, a mesma força. Mesmo com todas aquelas certezas ainda existem alguns com medo da morte, mesmo servindo o senhor da mesma, sugestivo não? Oras se servimos Hades não temos porque temer a morte, hora ou outra estaremos de volta para a grande batalha, foi assim desde a mitologia. Naquela ocasião, digamos que Athena foi bem mais inteligente e conseguiu trancafiar alguns dos espectros para que não pudessem mais renascer, mas a morte de um dos espectros, talvez o mais forte dentre eles tivesse sido ainda mais trabalhosa. Aquele homem não tinha medo da morte, por isso, talvez não tenha hesitado mesmo estando diante da “morte eterna” ele não tinha medos, apenas certezas. 243 anos se passaram que Hades lutou novamente, desta vez com a desvantagem numérica que tinha antes, foi até capaz de usar algumas cobaias, definitivamente o imperador havia mudado seu jeito de agir. Levando isso em consideração podemos dizer que Hades e sua tropa foram derrotados por sua inconsistência. Desta vez era para sempre, Hades estava no tártaro, o inferno dos Deuses, até mesmo os mais poderosos temem a este lugar.

    Um tempo depois a maldição que lhes prendia teve seu efeito destruído por outro Deus, ele vinha até os mais poderosos espectros da história, oferecendo-lhes vida. Alguns aceitaram na mesma hora, menos aquele homem de cabelos negros, pelo contrário, voltou a deitar-se tentando absorver o sono eterno novamente, mas o encapuzado ofereceu-lhes outra proposta além da nova vida. Ofereceu-lhes a libertação de seu imperador, aquilo foi o bastante para que ele pulasse da tumba, decidido. Os espectros ganharam suas súrplices de volta, no entanto, banhadas cada uma com uma gota do sangue de Ares – como explicado no início da aventura. Sendo assim, as sapuris tornavam-se mais resistentes, talvez não tanto quanto as douradas, mas eram proteções bem melhores que antes. O Encapuzado sumiu e os espectros se dividiram pelo planeta, mas aquele homem de semblante nobre manteve sua posição, acham mesmo que ele iria obedecer alguém que não fosse Hades? Ele era o mais leal a Hades, não iria a canto nenhum.


    - Senhor, por que ainda está aqui? Hi hi hi Pretende não obedecer as ordens de Ares? Acabará perdendo sua vida... Hihihihihihi

    – Falava Niobe de Deep que percebeu a permanência de Kagaho e resolveu averiguar.




    - Acha mesmo que eu vou obedecer as ordens de Ares? Duvido muito que ele cumpra sua promessa, ele é um Deus mau...Quanto a esta vida, não se alegre muito seu idiota, temos apenas 12 horas de vida, o único que nos poderia oferecer uma vida nova era nosso Imperador Hades, vocês espectros são burros e idiotas...Eu irei encontrar um jeito de libertar o imperador sozinho, sem a ajuda destes deuses mesquinhos...Enquanto você, deveria estar junto com Radamanthys...


    - Ah senhor...Hihihi Fiquei sabendo que o senhor Radamanthys está levando uma surra nas ruínas do inferno neste momento, prefiro seguir o senhor que é mais forte...




    - Acha que eu aceitaria que um verme como você ficasse me usando para continuar vivo? É melhor sumir da minha frente, não quero sentir o cheiro podre que você solta em combates e também se você estivesse comigo num combate contra cavaleiros de Athena eu acabaria te matando também...Suma da minha frente ou eu acabo com você!


    Naquele momento Kagaho disparava para longe do execrável espectro, iria começar a sua própria jornada sozinho, sem seguidores, muito menos aliados, sozinho ele teria um êxito muito maior, tinha de observar algumas situações, seu principal objetivo é trazer Hades de volta, nada mais do que isso e claro, se encontrasse um atheniense em sua frente, ele o eliminaria sem piedade. Por fim chegou até a América, naquele momento uma nova batalha estava sendo iniciada, em evidência, um grupo ridículo de espectros amontoados, desorganizados e que aos poucos estavam sendo derrotados pelos cavaleiros dourados, ele apenas observou para poder surgir no momento certo.




    Recapitulando: Aioria estava um pouco distante de Aioros, quando Kagaho surgiu, ele estava a alguns metros de Aioria e obviamente muito mais longe de Aioros, por outro lado, uma nova presença surgia no lado totalmente contrário, sendo assim, a maior distância era entre Kagaho e a nova presença, correto? O primeiro a perceber e desvendar aquele cosmo escroto era o próprio Kagaho, que imediatamente ficou tomado pela fúria ao ver que o verme havia lhe seguido. Seu golpe era lançado enquanto Aioros iniciava uma corrida desesperada na direção de Kagaho, estando numa velocidade que para aquele espectro precisamente não era problema algum, o maior erro do cavaleiro de sagitário foi ter sido tão impulsivo e correr como um animal atrás de sua presa enquanto o espectro lhe atacava sendo que ele nem mesmo percebesse. Estaria tão tomado pela raiva assim que até seu sexto sentido havia sido atingido? Oras, o ataque de Niobe nem era tão rápido assim, o que aconteceu com os cavaleiros de ouro? Conhecendo o dom de Niobe como nenhum outro, Kagaho sabia que se ficasse ali iria acabar sendo exposto.




    - SEU VERME FILHO DA....




    Era mais rápido que uma bala, o mais veloz dos espectros impulsionou seu corpo antes mesmo que Aioros pudesse chegar perto o suficiente – naquele meio tempo Aioros sentiu seu corpo paralisado, proveniente do início aterrador da técnica de Niobe. Vamos levar em consideração a expansão óbvia do vento, com uma movimentação muito inferior, sendo assim o gás não se espalharia numa velocidade tão grande, não tão veloz quanto aqueles homens em solo, e o golpe de Niobe, pior ainda não concordam? Niobe não atinge sétimo sentido, não possui velocidade da luz, o golpe dele meus amigos é quase como uma lesma diante homens com aquela força, vamos então levar em consideração o fator surpresa, claro! A porcaria de espectro só age à surdina para apanhar seus inimigos de surpresa, havia ficado acostumado depois de Aldebaran. Agora vamos levar em conta que Kagaho conhece Niobe muito bem e sabe de todas as suas habilidades, portanto, ele não manteria sua posição nem em sonhos quando percebesse o que o espectro de menor patente expressava fazer apenas pela sua oscilação cósmica. Por outro lado mesmo a vários e vários metros acima da área do gás, aquela ação não ficaria impune, Kagaho estava furioso.




    - Maldito, eu disse que se me seguisse eu não o perdoaria...Tomem isso...!!!






    Ao redor de seu corpo surgia uma imensa cúpula de fogo e de dentro dela ele reunia energia necessária em suas mãos, como se absorvesse o poder da própria cúpula, já com uma quantidade incrível de energia concentrada em suas mãos ele lançava tudo para baixo na velocidade da luz, cobrindo toda a área onde estavam situados, Aioria, Aioros e o próprio Niobe. O fogo visava almejar todos os “inimigos” de Kagaho, o que o próprio espectro de Benu não esperava era que as suas chamas causassem uma incrível explosão em toda aquela região, proveniente do encontro do fogo com o gás, não importava se o gás era venenoso ou não, no final das contas era gás. O encontro do fogo com gás causa? ... Era realmente isso caros leitores, uma explosão que se expande devastando tudo, até mesmo o próprio Niobe. O impacto serviria para impulsionar o próprio Kagaho para muito longe, uma imensa fumaça toma conta de toda aquela região já desabitada.




    - Arghhh....







    Off: O que descaracteriza o Meta Jogo é a pista que deixei em meu primeiro turno, sobre um possível encontro de Kagaho com alguém, por isso o Flash Back, para explicar tudo que havia acontecido, sobre as outras ações expliquei tudo no meu turno. Qualquer coisa podem falar no Off lá, que poderemos debater a respeito, ou se for o caso, acionar algum mestre.
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    Re: » América entre o sol e o mar. «

    Mensagem por [AE] Phoenix|Ikki em Qua Mar 24, 2010 5:01 pm




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    † O combate por si só denunciava a quem pertencia à vitória. O Leão havia sido encurralado e enjaulado de vez, aquele altivo rei das florestas mais parecia um gatinho doméstico, frágil e indefeso. Por outro lado, a flecha da justiça que permanecia imbatível agia com tamanha impulsividade, a ponto de se deixar encurralar. O gás que era provido de uma técnica mortal do espectro dissipava-se no ar, no entanto, o mesmo não alcança a velocidade da luz, o que não seria impecilho algum ao cavaleiro de ouro; a direção a qual relatou-se que vinha o espectro não condiz com o que fora narrado no turno anterior, sim, porque, se o Kagaho se prendeu Aioria e, nesse instante, quem estava mais longe dos dois era o Aioros as distâncias citadas nos turnos anteriores não estão em coerência com o contexto, ou alguém acabou se confundindo na hora de escrever. O fato é que Aioros numa tentativa desesperada de salvar o irmão, partia com muita velocidade em direção ao espectro que naquele instante, executava sua técnica para então dar o golpe final, mas sua trajetória fora interrompida antes mesmo de sua conclusão, pois no mesmo instante o dourado percebia o odor proveniente da fragrância profunda, era impossível se livrar do gás que, além de ingestão por inalação, também penetrava pelos poros paralisando o sistema nervoso central, penetrava a corrente sanguínea e tomava todo o corpo, a alma da vítima é levada ao Hiraska caindo em sono profundo – quanto ao espectro que, possivelmente seria afetado com o gás – não aceitava com bons tratos a desobediência de um espectro menor, aquilo era uma desfeita para com o “Kyoto” de eras passadas emergia aos céus com uma rapidez incomparável e, instantes depois se vingaria da forma mais cruel e digna de um verdadeiro espectro de Hades. †

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    - Sinto muito, Senhor Kagaho, mas não poderia deixar de tirar a vida de um desses vermes de Atena com as minhas próprias mãos. Ao que vejo, já consegui encaminhar duas almas com apenas uma jogada. HAAAAAHAHAHAHA!!! TOLO, ACHA MESMO QUE EU SEGUIRIA ÀS SUAS ORDENS? VOCÊ TANTO QUANTO ESSES IMBECIS SEGUIDORES DE ATENA, NÃO PASSA DE UM IDIOTA!!! HAAAAAHAHAHAHA... HAAAAAHAHAHAHA!!! – QUANTO A VOCÊ, AIOROS, NÃO LHE RESTA MUITA COISA AH NÃO SER ESPERAR PELO MERGULHO NO HIRASKA, DESAPAREÇA PARA SEMPRE. HAAAAAHAHAHAHA.


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    † Ele havia insultado o espectro, mas não se dava conta do que estava por vir, bem dali, daquele céu que estava sobre sua cabeça, o gás agia agora com mais eficácia uma vez que forçadamente ele foi desviado de caminho, a cosmo energia de Kagaho era sentida imponente dos céus e tal energia era liberada com tanta fúria, que as chamas da explosão da coroa solar fundia-se com o gás que Niobe proporcionava e, ambos entravam em combustão causando uma verdadeira explosão que cobria toda a área onde aqueles homens estavam situados, inclusive Niobe que era nada mais nada menos que o núcleo gerador daquele gás e, portanto, um produto inflamável ambulante que apaixonado com sua própria lenda fora levado a morte com auxilio de sua técnica, considerada para os “inimigos” como mortal, porém a mesma agora causava sua própria morte. †

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    - Anh?


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    - Haaaaaaaaaaaaaaaaaa.






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