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Camus de Aquário (Metallicus)
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Enredo: a definir.
Prazo de postagem: 07 Dias.
Prazo máximo de duração: 30 Dias.




*Qual a definição da dor? Muitos possivelmente responderão a dor física, de uma luta ou acidente independente do grau do ferimento que seja, mas apenas doze humanos estão prestes a conhecer a verdadeira resposta ¹. Aos pés do Santuário doze traidores do santuário juram fidelidade em cumprir a missão ali proposto pelo líder acima de qualquer custo,se preciso for assassinar os antigos aliados, matar a Deusa que tanto amaram em vida e mesmo após a morte e ou pisar nas próprias honras e orgulho, mesmo tendo a ciência que após doze horas terão feito tudo para encontrar novamente a morte, farão, não importava para nenhum deles, pois a reação que aquele objetivo finalizado oferecera se torna mais importante do que qualquer vida naquele grupo de renegados* |
---Faremos a qualquer custo. |
*Naquele momento o Líder do grupo começa passar a missão que cada um ira cumprir naquela noite, por pura coincidência os onze “traidores” respondem ao mesmo tempo ofertando uma única voz, após Shion terminar com o discurso. Sem demora todos cobrem a identidade com túnica de tonalidade preta e logo os antigos cavaleiros de pratas formam grupos de dois e seguem para diferentes regiões do mundo, no anseio de atrasar os cavaleiros de bronze impedindo que tais chegam no Santuário naquele mesmo periodo na qual corresponde a vida dos renegados. Shion por sua vez faz movimento com a mão, concedendo a permissão para os outros cincos cavaleiros segui-lo rumo as doze casas. * |
*Em seis horas de invasão já se pode ver sangue de cavaleiros e espectros derramados no chão , no exemplo de Mascara da Morte, Afrodite e Aldebaram, o cosmo de Shion desaparece junto a de dohko, sem conta a morte dos verdadeiros espectros que tem o objetivo de observar os renegados. Prontamente a responsabilidade de cumprir a missão cai nas mãos de Shura lutando sozinho na casa de Leão contra o protetor, Saga em Virgem e Camus percorrendo as doze casa em busca do próximo guardião. * |
" -Foi sorte a minha o Dohko ter desaparecido junto com Shion, não tendo oportunidade a de proteger a casa de libra, posso passar para a próxima sem nenhum problema ." |
*Não há tempo se quer para olhar para o relógio do Santuário no qual indica as horas restantes para concluir a missão, contudo Camus tem a noção do quanto tempo foi usado para o próprio chegar na casa de Libra e a pressa que devera ter dali por diante. Dentro da mansão sem nenhuma iluminação, pelo motivo daquela casa esta vazia a séculos e não haveria motivos para fazer manutenção nas tochas, o renegado começa a correr totalmente sem nenhuma visão, dando espaços para imagens serem criadas no celebro, não apenas figuras qualquer mais sim toda a historia de Camus, desde o treinamento na Sibéria, ate as batalhas contra os Titãs , com os cavaleiros de Bronze e por fim um pesadelo ou será uma terrível premonição? A imagem do corpo de Athena aparece sangrando intensamente diante dos olhos do renegado e o próprio ajoelhado sem fazer nada.Se qualquer outro mortal visse aquela cena, a lógica seria o "humano" ser domado pela compaixão e desespero tentando ajudar a vitima a parar com o sangramento, ou no caso de pensamentos, dar meia voltar e anular completamente a possibilidade daquele fato acontecer, mas mesmo com olhos lacrimejando por imaginar quão tem a obrigação de ver realmente aquela imagem acontecer ,pois o renegado esta sobre juramento em cumprir a missão a todo custo e determinado a ser util para Athena naquelos ultimos momentos de vida do cavaleiro , ou seja insistindo na tentativa de cometer o pior dos pecados do Santuário e do próprio ego dentro de si, mesmo tendo a ciencia daquilo ser o certo. Passou Por libra e começou a subir as escadas iluminadas pelas estrelas de cada constelação do Santuário, seja ela da ordem ouro, prata ou bronze, parece que todas querem proteger Athena, especialmente a Constelação de Aquario mesma ainda afastada, o conjunto das estrelas tenta chamar atenção de Camus, fazer lembrar o que o renegado era antes de morrer, quais os ideais do próprio ainda em vida. Inutilmente por mais respeito do qual o renegado tem por aquela constelação, ele não olhou para ela em nenhum momento, pois caso fizesse saberia que após o inicio da nova batalha seria mais difícil esconder a verdade para o guardião da casa de escorpião. |
" Perdoe-me Milo mas devo te enfrentar ." |




*Mais uma cena de teatro com enredo de terror se inicia naquele santuário , dois antigos companheiros lutando um contra o outro para no fim ter uma mesma conclusão , um destino amaldiçoado cometido pelo próprio amor dos cavaleiros de prata e ouro mortos para com a ideologia de paz de Athena,pois tanto Camus como os outros poderiam se negar ao pedido de Shion e deixa as mãos para aqueles cavaleiros vivos que tem a obrigação de defender Athena e não para os mortos. Perdeu-se novamente na escuridão, com uma limitação mínima de claridade brotados por pequenas tochas penduradas nos pilares do templo de escorpião, o mago do gelo foi se aprofundando naquele cenário, seguindo com cautela para o núcleo da radiação cósmica de Milo, ate o primeiro momento que o observou a semblante do rosto do escorpiano , o coração do renegado bateu a mil, por medo de apunhalar o próprio coração jorrar lagrimas com o sangue de Milo derramado no chão caso for preciso para passar por aquela casa . Como já dito aquilo era única opção na qual Camus deseja para seu destino, contrariando com o coração, o rosto do “traidor” mostra incógnito, nada que poderia surpreender o guardião do templo, ao não ser a capacidade de Camus manter aquele sentimento no rosto mesmo ciente do pecado no qual comete. * |
-Esta com ódio? Devias ter aprendido comigo ainda quando era Cavaleiro de Athena, emoções são apenas “alucinações trairás” que fazem os humanos saírem do raciocínio de longo prazo e levando ao desespero, se assim continuar melhor que abra passagem para mim passar, pois não é isso que te nomeara vitorioso caso me enfrente. . |
*No primeiro olhar o invasor notou o ódio no qual o outro cavaleiro teve quando viu Camus chegando no local, ditando palavras, expandindo insensibilidade, demonstrando aparentemente a pouca importância de Athena na vida do renegado , antes mesmo do Milo tomar a liberdade e iniciar o dialogo, o aquariano demonstrou na palavras a ideologia racional e as desvantagens do sentimentalismo que o propõe a um guerreiro, mesmo se o destino do escorpiano for ser assassinado no local, Camus ainda queria que o guardião leva-se aquelas palavras consigo para onde for após aquele encontro . Nesse meio termo o corpo do renegado é tomado pela claridade de tonalidade roxa, emanando um clima de morte, (originada pela sapuris de Aquario), para quem ali o estiver. Desde então apenas observa e limita-se ao silencio esperando a conclusão das palavras irônicas de Milo e logo após o invasor volta a responder. * |
-Ainda não, minha felicidade se concretizara quando o ciclo da vida de Athena estiver extinto completamente e isso eu o farei. . . |




*Não possuiu ressentimento contra o próximo e sim contra a si próprio, Camus concordou com todas as palavras vinda de Milo, se sujeitaria a se sacrificar naquele local apenas para tirar o peso do pecado na consciência, mas não, não naquele momento, nem dar o “braço a torcer” o renegado poderia se dar ao luxo, a única opção é ir avante rumo ao objetivo para no fim abrir uma porta de esperança para aquela divindade que o próprio Camus tenta sacrificar em nome de um seguimento maligno, onde aqueles ambos cavaleiros tanto condenam a ideologia sim mas não os seguidores, pois para o renegado a justiça não se defina em uma só, a alteração equivale a ponto de vista de cada um, pois a maioria dos espectros realmente acha o Hades o Deus mais justo do Olimpo,todavia não passam de desiludidos, mesmo descordando totalmente dessa crença, o mago do gelo usa aquilo como mascara para esconder a verdade não apenas para Milo mas sim para o próprio seguidores de Hades, apesar dos espectros que invadiram o Santuário ao lado dos renegados já foram mortos, mas qual o risco de outros espectros ou mesmo o próprio Hades estar observando a guerra mesmo estando no inferno ou paraiso ? * |
-Vejo que ficou mais alterado ainda com minhas palavras, se por acaso lhe ofendi sinceramente não é da minha intenção esse tipo de ação dentro de uma luta, mas no passado fomos aliados e por consideração por aquela época, eu apenas quis te alertar um erro dentro de si, no qual poderá condenar o seu destino. *Parou os vocábulos por um curto tempo para respirar fundo e manter a tranqüilidade dentro de si, no anseio de fortalecer a “mascara que o veste”.. * -A justiça não se define uma só, se na sua crença acha Athena e o livre acesso dos humanos ao pecado é algo justo. Para o Senhor Hades pecado é inaceitável para se julgar algo justo, logo se houver um assassino, é aquilo que você protege Milo, os próprios mortais. |
*Que Camus era aquele? Ninguém poderia jamais imaginar que Camus condenaria Athena, indo contra os próprios mandamentos, sendo que o mago do gelo era um dos primeiro à sempre seguir as doutrinas do Santuário. No fundo do coração de Camus no qual aquele momento chorou, a verdade é única, é Athena, mas já como dito, no inferno aquelas palavras são a crença dos espectros, e simplesmente utilizada como pretexto para Camus matar Athena, ótimo truque para enganar Hades. Elevou o cosmo criado pela sapuris deixando a força mais intensa, o cheiro de Morte não apenas “pode” perturbar Milo, mas a narina do próprio protegido da sapuris fica conturbada com o cheiro. O frio do local começou a decair, cristais de gelo e pressões de ventos rodeiam discretamente o corpo do renegado, no mesmo período no qual o guardião grita o nome da técnica preste a utilizar , anunciando o inicio da condenação de Camus pelo pecado cometido. * |
*Agulha escalaste um golpe terrível movida em vários feixes de cosmo, naquela especifica foram três, por sorte de Camus o vento envolvente ao corpo do próprio, criou pequenas pedras de gelos, ocasionando uma pequena explosão por inicio , contudo não obteve a felicidade em sair intacto, pois as ultimas duas agulhas passam despercebida e atinge infiltrando o corpo do " mago". Concedendo uma dor intensa, mas não o suficiente para fazer Camus gritar, pelo contrario o renegado agüenta a dor e da três passos para trás devido a pressão do golpe que acaba de sofrer . Sem demora a resposta de Camus vem em seguida, com os punhos fechados, soca o ar em direção de Milo, liberando uma considerada turbilhão de pedras de gelo com rajada de ventos, atingindo uma velocidade surpreendente digna do nível de Camus , mesmo sendo um golpe simples, tendo danos de impactos “ caso for acertado”.* |
-Pó de diamante. |




*Lembramos da primeira pergunta feita um pouco antes da batalha na casa de escorpião se iniciar, qual a definição da dor? Camus melhor do que ninguem tem a resposta naquele momento da luta, dor fisica ou espiritual? Ambos tipos castigam violentamente o corpo e alma do cavaleiros. Mais tres tiros do golpe do “leal a Athena” infiltra o corpo do renegado totalizando cinco buracos finos com tonalidades vermelha devido o inicio da hemorragia no corpo do renegado. Naquele momento não pode mais esconder e logo liberou um gemido de dor quando arremeçado novamente para tras, com mais força desta vez, perdeu o contato da sola da armadura negra com o solo e voltando alguns segundos depois juntamente com a parte do joelho raspando no solo e a palma da mão direita colada com o piso, no atual momento o cosmo eleva esclusivamente naquela parte do membro do corpo, congelando apenas ao redor do chão onde Camus pisa, enquanto os cabelos por vez bailam intensamente com o movimento brusco do corpo e no fim esconde a face do rosto do invasor , quando o mesmo olha para baixo durante aquele segundo....* |
" Sendo sensato ou explosivo o Milo possui um grandioso senso de justiça com determinação inabalavel , referencia para qualquer cavaleiro de Athena, um bom caminho a seguir Milo de escorpião, mas essa sua determinação deve cair em lagrimas congeladas pela infâmia da minha traição, é o único jeito ." |
*Deixando por alguns segundos o semblante incógnito, substituindo pela dor e evitando que a preoupação de Camus seja visivel para oponente, seguindo com uma lagrima de sangue querendo escorrer pela alma do traidor no momento que a palavra “infâmia da minha traição “, no qual percorre nos pensamentos. Levantou-se ficando de pé e a massa do brilho da morte começa ( cosmo da sapuris ) a cobrir todo o corpo do renegado, elevando os poderes do mago do gelo no apice de toda sua capacidade, confortando um poucos as dores dos tiros da agulha escalate pois cada ponto da pele adormeceu , mas com o sistema nervoso ainda condenado e os sentindos começando a diminuir . * |
Não me compare com os mortais comum do quais você protege, para um caminho ser escolhido deve haver a crença no destino da escolha e segui-la ate o ultimo passo, não espere compaixão e que me arrependa só por que Athena, você ou algum outro cavaleiro desse Santuario vá morrer. |
*Com o elevar do cosmo do renegado antes do inicio das palavras, provoca um despecamento de temperatura no local, mostrando um novo mundo gelido com tempestades congelantes bailando agressivamente; Com olhos azuis já não tendo os cem percentos de visibilidade, fixa o olhar para o oponente, a espera de uma fala, ou de uma atitude do oponente. |



